Subir o Monte Roraima é um sonho para muitos aventureiros. Um trekking de 6 dias caminhando mais de 90 km para conhecer um lugar pré-histórico, a uma altura de 2.800 metros, e que está entre as aventuras mais espetaculares da América do Sul.
Embora muitos não conheçam, o MONTE RORAIMA é uma formação rochosa erguida a mais de 2 bilhões de anos, quando a América do Sul e a África ainda eram ligadas, e formavam o continente chamado Gondwana. É uma região das mais antigas da Terra, mais que o Himalaia, os Alpes e os Andes e até hoje está entre as menos exploradas do planeta.
Depois da sua descoberta foram necessários quase 300 anos para que o primeiro explorador chegasse ao topo, feito realizado pelo inglês Everard Im Thurn, que descobriu a rota pelo Passo das Lágrimas em 1884, e cujos relatos inspiraram o escritor Arthur Conan Doyle, criador de Sherlock Holmes, a escrever em 1911 o livro “O mundo perdido”.
No monte não existem cumes pontiagudos, apenas formações rochosas planas, os chamados tepuis. O Monte Roraima é o mais alto entre os seis Tepuis que estão na chamada Gran Sabana e está localizado no extremo norte do Brasil, fazendo fronteira com a Venezuela e Guiana.
Muitos aventureiros buscam nessa expedição o reencontro consigo mesmo e com a origem da vida na terra. Porém, mais do que isso, encontram outro mundo, uma terra perdida repleta de belezas escondidas por detrás das nuvens.
Mas para chegar lá é preciso fôlego e pernas. Não há restrições para subir o Monte Roraima, mas deve se ter consciência que é uma trilha cansativa. Dura aproximadamente uma semana e se caminha em terrenos escorregadios, acidentados, rochas e travessias em rios. Um sobe-desce sem parar onde o desgaste físico é extenuante. Além disso não tem infraestrutura, banhos são de água gelada em rios e dorme-se em barracas.
Mas tenha certeza que esse esforço é 100% recompensado, pois estar lá em cima é uma sensação única. Olhar um horizonte infinito por cima das nuvens nos faz refletir bastante.
Eu realizei a trilha contratando a RORAIMA ADVENTURES, que é especialista nesta expedição.
| 2013 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2012 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2011 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2010 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2009 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2008 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2007 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |
| 2006 | JAN | FEV | MAR | ABR | MAI | JUN | JUL | AGO | SET | OUT | NOV | DEZ |