Savannah foi a capital do estado da Geórgia por muitos anos e tem muita história para contar. Com seus quase 300 anos, é considerada um dos maiores distritos históricos dos Estados Unidos, contando com diversos casarões, igrejas e edifícios públicos centenários.
O centro é bem pitoresco e muito aconchegante. Ao contrário do que se vê na maior parte da América, souberam preservar o ar europeu de antigamente.
A maioria das cidades americanas é dominadas por highways, shoppings e estacionamentos, mas não aqui. Savannah deve ser percorrida a pé, parando nas esquinas, conhecendo e descobrindo lojas, museus, bares e cafés incríveis. Os quarteirões retangulares e as construções centenárias lembram as cidades gaúchas, argentinas e uruguaias.
Uma loja interessante é a SAVANNAH BEE, especializada em mel. O maior barato. São centenas de sabores feitos a partir da seleção do pólen que usaram para alimentar as abelhas, dá vontade de experimentar tudo.
Fiquei apenas uma noite, uma parada enquanto viajava a trabalho de Miami até a Carolina do Norte. Visitei um órgão da prefeitura que oferece benefícios para empresas estrangeiras que queiram se estabelecer por lá. Foi o suficiente para sentir o clima aconchegante.
Tenho que voltar para passear, de preferência durante o festival de SAINT PATRICK, que é o santo oficial da Irlanda e é comemorado em todo o mundo anglo-saxão.
Me comentaram que Savannah fica lotada de turistas durante essa época e que há festas por todos os lados. Outra época também movimentada é durante a OKTOBERFEST devido à grande comunidade alemã no país.
Nos Estados Unidos, tudo é levado a sério. Se a cidade é turística, isso vai ser explorado ao máximo. A população é de 134 mil habitantes e recebe mais de 6 milhões de turistas por ano!
Ali também está localizado um dos principais portos da costa leste americana, o qual está interligado com toda a malha ferroviária, servindo de ponto logístico estratégico para atender todo o país. O centro tem sua paisagem marcada por uma ponte incrível que atravessa o rio Savannah, por onde passei na viagem rumo ao norte.
Parti no dia seguinte. Logo na saída, dirigindo pelas estradas de leve relevo e vegetação verde exuberante, avistei uma barraca vendendo peaches (pêssegos). Eram gigantes e deliciosos. Cada um deveria pesar quase meio quilo! Segui viagem pelas estradas americanas rumo à ovos destinos...
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