Já passei por Nova Yorque algumas vezes, nunca fiquei mais do que duas noites. É um destino que merece muito mais do que isso, mas foi assim que se deram minhas visitas, relâmpago como sempre.
A primeira vez foi em 1999 quando fiz uma conexão no aeroporto de Newark, onde tive que ficar esperando por umas 5 horas. Não me contive, sai do aeroporto e fui conhecer as torres gêmeas. Vi elas pela janelinha do avião e eram gigantescas, não tinha como ficar ali no aeroporto sem fazer nada sem ir lá conhecê-las. Peguei um ônibus, depois um trem e cheguei. Não deu para subir. Não havia tempo suficiente, mas pelo menos tenho as lembranças daquelas torres maravilhosas e imponentes que muito tristemente não estão mais lá.
Voltei há pouco e pude ver o que eles chamam agora de GROUND ZERO. Estão reconstruindo, ainda com projetos não definidos, mas o vazio que ficou naquele ponto de Manhattan é grande.
As torres são insubstituíveis, acabou valendo a pena a minha escapada rápida do aeroporto em 1999. Nunca iria imaginar que jamais teria a oportunidade de vê-las novamente.
O que importa é que Nova Yorque é apaixonante e está sempre mais linda. É uma cidade que acolhe, que envolve as pessoas com sua arquitetura imponente, com seus edifícios históricos, com aquele monte de gente do mundo inteiro transitando de um lugar para outro e aquele ar romântico das charretes do Central Park. Além das pontes lindas, dos muitos arranha-céus antigos e de tantas histórias que por ali já passaram. Na minha última viagem, tive muita sorte, pois o tempo estava ótimo e contei com a ótima companhia das minhas amigas nova-iorquinas: Farah e Ina.
A Farah me levou a uma Roof Top Party (festa no terraço) no último andar de um hotel. São happy hours que se fazem ao entardecer nos terraços dos edifícios. Depois fomos a um restaurante italiano maravilhoso em Chelsea. No dia seguinte, almoçamos no restaurante da fantástica loja de decoração ABC Carpet onde aproveitei para me deliciar com um hambúrguer original Made in USA que eu adoro.
Com a Ina, começamos o dia tomando café da manhã no Brooklyn Dinner onde eu saboreei uma outro prato imperdível - o salmon bagel com cream chease. Depois, fomos conhecer o novo hotel Mandarim que tem um restaurante com uma vista incrível do Central Park. De lá, passeamos pelo parque, depois pegamos o metrô e fomos para lower Manhattan, a região financeira.
Nesta parte sul de Manhattam, além de poder tomar o ferry para a Estátua da Liberdade e ver o edifício da Bolsa de NY, vale muitíssimo a pena ir ao SOUTH STREET SEA PORT. Um bairro que era uma região portuária e agora foi todo reformado, abrigando cafeterias e bares da moda. Dá para ir a pé do prédio da bolsa.
É bem pertinho e nem parece NYC. Parece que se está em New England ou na Inglaterra mesmo. E voltando ao norte de Manhattan, tem também outros pontos que são imperdíveis: como o EMPIRE STATE e a TIMES SQUARE, claro.
O que mais gostei de toda a viagem foi ter ido ao terraço do ROCKEFELLER CENTER no momento do pôr do sol. Não percam! Vai ser a melhor parte da viagem pois a vista e as cores do céu junto com as luzes da cidade são inesquecíveis.
Mas atenção: entre o processo de comprar a entrada, fazer a fila e subir os elevadores, você acaba perdendo quase uma hora. Se está escurecendo às 18hs, compareça a bilheteria lá pelas quatro e meia, cinco horas da tarde, nunca depois disso, para poder chegar a tempo.
A vista do Rockefeller é melhor do que a vista do Empire State, pois é mais próximo do Central Park e pode-se ver o Empire State de lá que tem uma arquitetura muito mais bonita.
Enfim, não vejo a hora de voltar a NYC e tomara que consiga mais um tempinho da próxima vez!
Não sabia ele com quem estava mexendo... Em bom inglês disse que Deus estava vendo o que ele estava fazendo, pois eu era um good guy e que, dali para frente, tudo de ruim que acontecesse para ele, iria se lembrar deste episódio, que seria God castigando ele. O taxista ficou um anjo e me pediu mil desculpas depois de ter ouvido esta praga. Foi a melhor defesa. Eu sei que a culpa foi minha de não ter o endereço em mãos numa cidade com mais de 10 milhões de habitantes, mas ele poderia ter sido mais gentil!
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