Desde junho de 2008 virei paulista e fui muito bem acolhida pela cidade e pelos gaúchos (incluindo os argentinos) que encontrei aqui. O que eu esperava da cidade aconteceu e sinto que muito mais esta por vir. Tem seus prós e contras, mas os prós ainda pesam mais.

Lembra muito Madrid, lugar que eu moraria fácil, adoro a Av. Paulista e toda a cultura que acontece aqui. Morando perto do trabalho e fazendo o que se gosta, o resto se ajeita. Cai no Jardim Paulista e também gosto de Pinheiros e Vila Madalena. O ar da Zona norte é bem diferente (ar puro) porque tem a Serra da Cantareira com trilhas e paisagens legais. Dá pra ver boa parte da cidade do alto da pedra branca.
A cidade realmente não pára, a av. Paulista é movimentada 24h por dia, me sinto segura, bem mais que Porto Alegre. Violência é na periferia ou para quem tem muita grana, que não é o meu caso.
Tem gente de todos os cantos do mundo, cada bairro parece uma cidade diferente (até um país diferente) e funciona independente, tem tudo o que se precisa. A gauchada marca presença, mas nordestinos e japoneses dominam. O que menos se vê são os paulistas. Aqui tem até o Zaffari igualzinho aos de Porto, a diferença é que colocaram acento Záffari para os paulistas não falarem errado. A sensação de ir lá só entende quem saiu do sul, é muito bom encontrar costela bovina com osso, cuca e outras guloseimas que fazem falta por aqui.
O que eu mais estranho, tirando o churrasco, é como as pessoas se tratam, falta consideração e todos colocam a culpa na cidade, mas acho que é apenas desculpa. Entre os gaúchos daqui isso não acontece. Mas aproveitando os momentos do acaso é muito divertido, as pessoas se tornam teus melhores amigos em uma noite e depois nunca mais te encontram. E falam da fama da minha cidade natal, Pelotas, mas eu nunca tinha visto tantos gays como nesta cidade e no meu bairro. Pessoas legais e muito divertidas. Estou aprendendo a entender as pessoas daqui.
É o único lugar que já morei e não acho ruim passar os feriados. São tantas coisas para fazer que não dá tempo de ver tudo. Apenas perto da minha casa tem mais de 40 salas de cinema, tem festivais internacionais que são oportunidades únicas para ver filmes que não entram no circuito comercial. Muitos eventos e exposições que só acontecem nas grandes metrópoles. E os shows, é preciso se organizar para não perder os melhores.
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